sorry…
Quinta-feira, 10 de Junho, 2010para este video publicitário, apenas uma palavra…
sorry
para este video publicitário, apenas uma palavra…
sorry
ao tempo que já não se actualiza este blog…
muitos já devem ter pensado:
“eles devem andar a comer muito queijo!”
- nem por isso!
digo-vos eu.
mas depois de ver a publicidade que se segue…quem sabe!!

Uma determinada marca de refrigerantes portuguesa apresentou há pouco tempo uma campanha com um conceito muito semelhante ao da Yoigo desenvolvida pela empresa do Wally Ollins… Ring a bell?
Acabadinhas de regressar de uma semana de férias nos Alpes, a Joana e eu passámos o voo de regresso a debater os dois pontos de vista que um artigo na revista de bordo da easyJet apresentava.
A propósito do relatório apresentado no Parlamento Europeu pela deputada sueca Eva-Britt Svensson, a revista Inflight perguntava se a UE deveria legislar o uso de estereótipos sexistas na publicidade. A favor, o jornalista Ian Wylie lembra que a publicidade influencia a nossa sociedade e que os comportamentos retratados nos anúncios, rapidamente são absorvidos com os “normais”. Assim, cada vez que uma marca de jeans deixa um homem meio despido segurar a sua companheira pelo cabelo, 89% da população é tentada a acha-lo correcto.
É mais fácil vermos as consequências negativas da discriminação sexual sobre as mulheres mas o género oposto também sofre com a estereotipagem. Os homens são sistematicamente retratados como fortes, orgulhosos, poderosos e sensuais, ou então são idiotas brutos e babados cujas melhores companheiras são a cerveja e a televisão, óculos: geek, abdominais: bomba sexual, adora cães: marriage material, adora gatos: gay, tem um carro com menos de 100cv: looser…
E é esta caracterização dos indivíduos pela sua imagem que condiciona a divisão entre os sexos no quotidiano. Fará sentido continuarmos a preferir casas de banho separadas? Não devíamos já ter ultrapassado as barreiras sociais que nos permitem sentar no cubículo ao lado de uma pessoa do mesmo género mas não do oposto?!
O texto de Ian Wylie sugeriu-me ainda outra ideia controversa: e a nossa roupa… não deveríamos ter já lojas unisexo cujas roupas tinham apenas etiquetas de tamanho e não discriminavam o sexo? Sim, temos formas de corpo diferentes, mas mesmo considerando as peças cujo corte deveria ser mais adaptado à fisionomia de cada um, poderiam aproveitar o design e o tecido. Assim, estas peças teriam uma versão masculina e outra feminina nos diferentes tamanhos.
Ok, voltando à terra. No mesmo artigo, pelo lado do Não, Rosie Carr conta como tantos anúncios da década de 50 usavam a figura de uma dona de casa que era verbalmente abusada por não usar o fantástico produto X. Hoje, imagens que incentivem à violência ou que representem a denegrição de outro ser humano já não são aceites na publicidade. Houve uma evolução, e não foi à custa da liberdade de expressão.
É por a publicidade ser um reflexo da realidade que não nos podemos esquecer que a maioria das mulheres – trabalhadoras ou não – ainda são quem faz mais tarefas em casa. Os publicitários criam imagens idênticas ao dia-a-dia dos seus espectadores ou às suas aspirações para estabelecerem uma ligação emocional com os seus produtos.
Um exemplo dado pelo jornalista é o uso de uma família indiana para promover uma marca de caril. Isto implicaria o estereótipo que os indianos comem muito caril, negativo por pressupor que não comem outras coisas. Tal como uma mulher sensual em lingerie implicaria que as mulheres não vestem fatos e são advogadas.
A minha opinião é que – pelo menos – a discussão destes assuntos é sempre positiva e permite-nos sermos menos ingénuos face àquilo que nos mostram (como espectadores) e mais conscientes das imagens que produzimos (como publicitários). Ah, e que tivemos umas excelentes férias na neve!!!
É PUB antiga, mas continua a ser um case study.
São máquinas óptimas, funcionam, a assistência técnica até é boa, mas “não é assim uma BRASTEMP”.
Acabei de viver um violento flashback de memórias nas mais estreitas ruas de Barcelona, que na verdade, era um spot de sessenta segundos desenvolvido pela BBH Londres para a Vodafone.
«Life is full of chances, turning points, opportunities. They may only last for a moment, but their effects last a lifetime. One second can change everything»
Agora que está na moda o teste do polígrafo (na SIC com o Momento da Verdade, e na TVI com o Factos em Directo), não era de aplicar também a máquina à publicidade?
Tipo: “Blanka: branco mais branco não há!”
E responderia a máquina: “Esta publicidade é… FALSA!”
“Os descontos na venda de publicidade, em Portugal, chegaram aos 84,3% no primeiro semestre do ano, segundo os dados de investimento real fornecidos ao briefing pela APAP (Associação Portuguesa das Empresas de Publicidade e Comunicação), quando cruzados com os dados da Mediamonitor, relativos ao mesmo período.” – Notícia Briefing
Orangina não era uma bebida para crianças?!?!?!
Sabiam que a 1 de Janeiro de 2007, foi aprovada em São Paulo a lei da Cidade Limpa que passou a proibir a publicidade em outdoors, painéis em fachadas de prédios, táxis, autocarros e outros meios de publicidade exterior?
Parece que a iniciativa pretendia eliminar a poluição visual na cidade mas levou a Câmara de São Paulo a ser acusada de colocar 20 mil pessoas no desemprego.
Actualmente, apenas suportes de mobiliário urbano legalizados, como as paragens de autocarros, relógios ou placas permanentes podem ser utilizadas em São Paulo.
A agência brasileira Dentsu criou estas versões de conhecidas marcas de carros para o seu cliente Minichamps, fabricante de carrinhos de brincar.
O estúdio ucraniano Psyho, por sua vez, andou a brincar às casinhas com estas maquetes de destinos de férias, trabalho encomendado por uma agência de viagens.

Na semana passada o spot à maionese Heinz Deli Mayo foi para o ar no Reino Unido. O anúncio criado pela Abbott Mead Vickers BBDO foi alvo de 179 queixas à Advertising Standards Authority e foi retirado do ar três semanas antes do previsto.
O spot explora a ideia de que usar esta maionese é como ter o chef de uma “New York Deli” (mercearia tradicional de comida preparada) na nossa cozinha. O chef a substituir a tradicional mãe na preparação dos almoços foi mal interpretado como um dos elementos de um casal homossexual com filhos.